Notícias e bastidores da Política
A visão crítica e independente sobre a política nacional.
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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federalista (STF), decidiu nesta terça-feira (3) proibir a realização de saques em espécie de valores oriundos de emendas parlamentares. A medida também alcança recursos transferidos para contas de empresas beneficiárias dos recursos.

A decisão foi tomada no processo da Incisão que trata de medidas de transparência e rastreabilidade de emendas.
O ministro afirmou que a proibição de saques não impede a movimentação financeira para pagamento de fornecedores e prestadores de serviços. Segundo Dino, os repasses poderão ser feitos por meio de transferências eletrônicas, incluindo PIX.
Em agosto do ano pretérito, Flávio Dino determinou que o Banco do Brasil, a Caixa e o Banco do Nordeste adaptassem seus sistemas eletrônicos para impedir repasses das emendas por meio de contas de passagem e através de saques na boca do caixa. Porém, foram constatadas que inconsistências ainda permanecem.
Dino também determinou que o Banco Médio regulamente, no prazo de 60 dias, os saques de emendas. O Recomendação de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) também deverá participar do trabalho.
Em 2024, depois tomar posse no Supremo, Flávio Dino assumiu a meio dos processos que tratam da transparência no repasse das emendas.
Em fevereiro do ano pretérito, Dino homologou o projecto de trabalho no qual o Congresso se comprometeu a identificar os deputados e senadores responsáveis pelas emendas ao Orçamento e os beneficiários dos repasses. A medida liberou o pagamento dos recursos, que chegaram a ser suspensos por falta de transparência.
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Os integrantes da Percentagem Parlamentar Mista de Sindicância (CPMI) do Instituto Pátrio do Seguro Social (INSS) aprovaram, nesta quinta-feira (26), as quebras de sigilos bancários e fiscais do empresário Fábio Luís Lula da Silva, fruto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

O pedido de elaboração de relatórios de perceptibilidade financeira e de quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha foi solicitado pelo deputado Alfredo Gaspar (União/AL)
Silva é citado na decisão do Supremo Tribunal Federalista (STF) que autorizou a Polícia Federalista (PF) e a Controladoria-Universal da União (CGU) a realizarem, em 18 de dezembro de 2025, uma novidade tempo da Operação Sem Desconto, que investiga o esquema vernáculo de descontos associativos não autorizados que lesou milhões de aposentados e pensionistas de todo o Brasil.
Mensagens que a PF extraiu do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, principal operador do esquema criminoso, citam o repasse de ao menos R$ 300 milénio para “o fruto do rapaz” – que, segundo os investigadores, seria uma referência a Lulinha.
“A quebra dos sigilos bancário e fiscal, muito porquê o chegada ao Relatório de Lucidez Financeira (RIF) de Fabio Luis Lula da Silva, tornam-se imperativos técnicos para a CPMI do INSS”, afirmou o deputado Alfredo Gaspar ao justificar seu requerimento.
Em nota divulgada ontem (25), a resguardo de Silva afirmou que o cliente não tem nenhuma relação com as fraudes contra os beneficiários do INSS, não tendo participado de desvios nem recebido quaisquer valores de fontes criminosas.
“Diante da incessante campanha midiática reproduzindo dados parciais e sigilosos de uma investigação em curso, entendi ser necessário requerer ao STF chegada à investigação”, revelou o legista Guilherme Suguimori Santos.
O legista informou que Silva se colocou à disposição do Supremo para prestar esclarecimentos, tão logo a resguardo tenha chegada aos autos do processo. “O chegada aos autos ainda não foi outorgado a Silva, o que impede qualquer outra revelação atual, uma vez que trabalhamos com fatos e provas, não com o combate contra conjecturas inverificáveis”, argumentou o legista.
Durante a 32ª reunião da CPMI, os deputados e senadores que integram o colegiado votaram outros 86 requerimentos, incluindo a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Banco Master e novas convocações, porquê a do ex-executivo e sócio do Banco Master Augusto Ferreira Lima.
“Lima deixou a sociedade no Banco Master em 2024”, disse a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em seu requerimento, no qual lembra que, segundo a PF, o ex-executivo do Master e atual controlador do Banco Pleno é suspeito de ter “atuado na estrutura interna da instituição financeira [Master] e participado de manobras operacionais voltadas a ocultar irregularidades [posteriormente] identificadas pelo Banco Mediano”.
Também foram aprovadas várias outras convocações, porquê a do ex-deputado federalista André Luis Dantas Ferreira, o André Moura; da empresária Danielle Miranda Fontelles e de Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA), entre outros.
Segundo o deputado federalista Rogério Correia (PT-MG), um dos autores do requerimento para convocar Ferreira, o ex-deputado federalista vem sendo “assinalado porquê um dos possíveis articuladores do esquema de fraude no INSS, sobretudo no estado do Sergipe”.
Danielle é apontada porquê “responsável por operar estruturas dos fraudadores no exterior, facilitando a circulação internacional de capitais e a lavagem de verba por meio de uma de suas empresas”, e de Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA).
Gaspar foi um dos alvos da operação que a PF e a CGU deflagraram em 18 de dezembro do ano pretérito, por supostas “relações do investigado com diversos integrantes do esquema de descontos associativos fraudulentos.
Os 87 requerimentos foram votados em conjunto, sem discussão do valor individual de cada solicitação. Proclamado o resultado, houve um início de tumulto, com empurra-empurra e trocas de socos, motivando a interrupção da reunião.
Além de votar os requerimentos, a CPMI do INSS vai ouvir o testemunho do empresário Paulo Camisotti. Fruto e sócio do também empresário Maurício Camisotti – que está recluso, indiciado de envolvimento nas fraudes contra aposentados e pensionistas -, Fruto está sendo investigado por suposta participação na fraude bilionária.
Os parlamentares também pretendiam ouvir o deputado estadual Edson Cunha de Araújo (PSB/MA) e o legista Cecílio Galvão, mas eles não compareceram. De entendimento com o presidente da percentagem, o deputado Carlos Viana (Podemos/MG), Araújo alegou motivo de saúde e a proibição de deixar a capital maranhense, São Luís, e de se aproximar do deputado federalista Duarte Junior (PSB), que integra a CPMI, conforme determinado pelo ministro do STF, André Mendonça.
Galvão alegou estar impedido de prestar testemunho nesta quinta-feira por ter compromissos profissionais – justificativa que motivou o presidente da CPMI a mandar que a secretaria do Senado adote as providências necessárias para, tão logo provável, realizar a transporte coercitiva de Galvão.
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O presidente estadual do Progressistas (PP), Dr. Luizinho, indicou o ex-prefeito de Novidade Iguaçu, Rogério Lisboa, para criar uma vez que vice a placa encabeçada por Douglas Ruas (PL) na disputa pelo governo do Estado do Rio de Janeiro nas eleições de 2026.
A definição deve ocorrer na tarde desta terça-feira (24), durante reunião em Brasília que contará com a participação do governador Cláudio Castro, do senador Flávio Bolsonaro e do presidente estadual do Partido Liberal (PL), Altineu Côrtes.
Nos bastidores, o PL já definiu que considera estratégica a presença da Federação União Progressista na formação da placa majoritária. A associação entre os partidos pode prometer muro de 40% do tempo de televisão e dos recursos do Fundo Eleitoral para a campanha.
Além de Rogério Lisboa, também chegou a ser cogitado o nome do prefeito de Campos dos Goytacazes, Wladimir Garotinho (PP).
No entanto, Dr. Luizinho manteve a indicação de Rogério uma vez que prioridade nas negociações.
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Um dia depois de assumir a presidência estadual do MDB no Rio, Washington Reis atravessou a Ponte para se encontrar com o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT). Essa foi a primeira agenda de Reis posteriormente sacramentar a coligação do partido em com Eduardo Paes (PSD) para a disputa do Governo do Estado. Além de retomar o comando do diretório no Estado do Rio, o ex-prefeito de Caxias também indicou a mana, Jane Reis, para ser vice na placa de Paes.
A reunião ocorre em um momento de movimentação política no estado do Rio de Janeiro, com lideranças dialogando sobre alianças e projetos para os próximos anos. Washington Reis, além de ex-prefeito de Duque de Caxias, preside o MDB no estado, partido com peso relevante nas articulações fluminenses.
Rodrigo fez um registro da reunião em suas redes sociais, que teve uma vez que foco a ensejo política fluminense e pátrio e as lembranças de iniciativas conjuntas na superfície de mobilidade urbana. O prefeito destacou que, quando Washington Reis ocupava a Secretaria de Transportes, foi firmado um convênio que resultou na redução da tarifa do catamarã em Charitas, de R$ 21 para R$ 7,70, além da subtracção no valor das passagens das barcas.
Na publicação, Rodrigo Neves também mencionou o projeto da Risco 3 do metrô, taxa histórica da mobilidade na Região Metropolitana Leste Fluminense. A proposta prevê a relação entre Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, sendo considerada estratégica para a integração regional.
O prefeito classificou o encontro uma vez que um “diálogo positivo e necessário”, sinalizando a valor de articulações institucionais em temas que ultrapassam fronteiras partidárias.
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 10 de março a retomada do julgamento do processo que pede a cassação do procuração do governador do Rio de Janeiro, Claúdio Castro (foto), por desfeita de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022.

Em novembro do ano pretérito, a ministra Maria Isabel Galotti, relatora do caso, votou pela cassação do governador, mas a estudo do caso foi suspensa por um pedido de vista do ministro Antônio Carlos Ferreira, que será o próximo a votar.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) e a coligação do ex-deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) pretendem volver a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que, em maio de 2024, absolveu Castro e outros acusados no processo que trata de supostas contratações irregulares na Instauração Meio Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)
O MPE afirmou que Castro obteve vantagem eleitoral na contratação de servidores temporários, sem arrimo lítico, e na descentralização de projetos sociais para enviar recursos para entidades desvinculadas da governo pública do Rio
Segundo a arguição, a descentralização de recursos ocorreu para fomentar a contratação de 27.665 pessoas, totalizando gastos de R$ 248 milhões.
Antes da suspensão do julgamento, o jurisconsulto Fernando Neves, representante de Castro, disse que o governador exclusivamente sancionou uma lei da Câmara Legislativa e um decreto para regulamentar a atuação da Ceperj e não pode ser responsabilizado por eventuais irregularidades.
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Nesta quinta-feira (19/fev), o prefeito do Rio e pré-candidato ao governo do Estado, Eduardo Paes (PSD), fecha uma associação que, politicamente, vale por três: conquista o base do MDB e evita que a {sigla}, com 11 prefeitos, 17 vices e mais de 100 vereadores no Estado, migre para as hostes de seus adversários Flávio Bolsonaro (PL) e do governador Claudio Castro (PL); acaba com a romance da escolha do incumbência de vice.
Para o lugar irá a advogada Jane Reis, mulher, evangélica e mana do presidente estadual do MDB, Washington Reis, mentor do consonância. E, por termo, Paes finca os pés no maior reduto eleitoral da Baixada Fluminense, o município de Duque de Caxias, onde a Família Reis reina soberana há vários mandatos.
O consonância será formalizado em ato com a presença do presidente vernáculo do MDB, Baleia Rossi, e do ex-presidente Michel Temer.
A associação surpreendeu o clã Bolsonaro e seus aliados.
Depois conversas reservadas entre Paes e Washington Reis, ficou definida a indicação de Jane Reis, advogada com atuação em projetos sociais na Baixada Fluminense e ligada à Tertúlia de Deus. A escolha atende a dois objetivos do pré-candidato do PSD: casar uma mulher à placa e dialogar com o eleitorado evangélico, segmento de poderoso prolongamento e influência no Rio. “Vamos indicar a vice amanhã. Paes quer uma mulher”, afirmou Washington. Jane também preside o MDB Mulher em Duque de Caxias e tem poderoso atuação ministerial e comunitária na Tertúlia de Deus sítio, onde o seu marido, Rafael Corato, é pastor.
Antes de Jane, o emedebista havia sugerido o nome do deputado estadual Rosenverg Reis, seu irmão. Paes, no entanto, manteve a preferência por uma mulher. Até portanto, os cotados ao posto eram homens filiados ao PP, porquê o ex-prefeito de Novidade Iguaçu Rogério Lisboa e o prefeito de Campos dos Goytacazes, Wladimir Garotinho.
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O ex-deputado, ex-secretário e ex-prefeito de Caxias Washington Reis (MDB) desistiu da luta para ser candidato nas eleições de outubro. Na última quarta-feira (11), ele viu a decisão sobre a sua inelegibilidade ser mais uma vez adiada no Supremo Tribunal Federalista (STF), quando o ministro Luiz Fux pediu vista e interrompeu o julgamento do recurso que apresentou contra uma pena por transgressão ambiental.
“WReis não vai ser mais candidato nestas eleições. A luta está muito grande”, disse Washington, brincando.
Mas, o político não está fora do jogo. No dia seguinte ao não julgamento, na quinta-feira (11), ele teve o procuração uma vez que presidente estadual do MDB revalidado pela direção vernáculo do partido. E disse que está disposto a movimentar o mundo — ou, pelo menos, o estado — por seus candidatos.
“Serei o maior cabo eleitoral do Rio de Janeiro”, anunciou.
Poderoso cacique da Baixada Fluminense, Washington Reis era sempre levado em conta quando os partidos da base do governador Cláudio Castro (PL) — e os de oposição também — traçavam seus planos para montar a placa para a eleição de outubro.
Ele mesmo se lançou pré-candidato ao governo do estado, embora fosse mais cotado para a disputa ao Senado. Mesmo estando inelegível, e tendo poucas chances de volver a pena, mexia com tabuleiro — e os nervos dos adversários.
Foi numa dessas que o presidente da Câmara Legislativa e pré-candidato ao governo do estado, Rodrigo Bacellar (União), ocupando interinamente o governo do estado, perdeu as estribeiras e decidiu exonerar Washington Reis do missão de secretário estadual de Transportes.
Cláudio Castro, que estava viajando, não gostou, rompeu relações com Bacellar — e foi aí que todo o projeto montado pela base governista para a sucessão no governo desmoronou.
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Recluso desde setembro de 2025 sob suspeita de envolvimento em um esquema de descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Pátrio do Seguro Social), o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, divulgado porquê “Careca do INSS”, prepara uma proposta de delação premiada.
De pacto com a pilar de Andreza Matais, do Metrópoles, Careca sinalizou que poderá incluir na suposta delação informações sobre negócios e interlocuções atribuídas a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, fruto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Careca teria mencionado tratativas nas áreas de ensino e saúde, além de articulações empresariais que, segundo ele, poderiam ter relação indireta com o envolvente de contratos investigados no caso do INSS. As informações comprometeriam em pleno Lulinha.
Até o momento, não há arguição formal contra o fruto do presidente no contexto da investigação. A eventual inclusão do nome dele em um pacto dependerá da apresentação de elementos concretos e de validação por provas independentes, porquê exige a legislação sobre delações premiadas.
Conforme o Metrópoles, Lulinha se mudou para Madri, na Espanha, logo que as investigações sobre o esquema no INSS avançaram. Ele nunca comentou o objecto publicamente. Coube ao pai falar pelo fruto.
“Eu chamei meu fruto cá, e falo isso para todo mundo. Olhe no olho do meu fruto e falei: ‘Você sabe a verdade, só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, você vai remunerar o preço de ter alguma coisa. Se você não tiver, se defenda”, disse Lula ao Uol.
Na mesma entrevista, o presidente disse que defendeu a instalação da CPMI do INSS e que o esquema só veio à tona por conta de esforços do seu governo. Porém, Lula omitiu a movimentação da base de escora de seu governo contra o trabalho no Congresso, sobretudo no que diz saudação a Lulinha.
O caso é analisado no STF (Supremo Tribunal Federalista), sob relatoria do ministro André Mendonça, porque envolve autoridades com mensalidade privilegiado. A confirmação de eventual pacto caberá à PGR (Procuradoria-Universal da República) e à homologação do Supremo.
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O ministro Luiz Fux pediu vista no Supremo Tribunal Federalista (STF), nesta quarta-feira (11), e travou o julgamento que pode definir o horizonte político de Washington Reis, figura de peso na Baixada Fluminense. Com a pausa, a Incisão deixa para depois a decisão sobre a inelegibilidade do ex-prefeito de Duque de Caxias. Até cá, o placar está 4 a 1 pela manutenção da pena.
Os ministros analisam os últimos recursos apresentados pela resguardo e vão sentenciar se mantêm ou modificam a sentença que tornou Washington Reis inelegível. Com o pedido de vista, o caso volta à taxa na próxima sessão do STF.
A definição tem revérbero direto no cenário eleitoral da centro-direita ligada ao governador Cláudio Castro (PL), porque Reis tenta se manter no jogo e já havia se disposto uma vez que pré-candidato ao Palácio Guanabara. Nos bastidores, segmento dos aliados sempre tratou essa movimentação uma vez que uma forma de manter espaço para uma eventual disputa ao Senado.
Em 2022, Washington Reis chegou a ser anunciado uma vez que vice na placa de Cláudio Castro, mesmo com a pena. Sustentou a pré-candidatura até perto do termo do prazo da Justiça Eleitoral e, só na reta final, admitiu que não conseguiria volver a situação. A vaga acabou ficando com Thiago Pampolha.
Washington Reis foi réprobo em 2016 a sete anos, dois meses e 15 dias de reclusão por transgressão ambiental. A pena é de 13 de dezembro de 2016 e tem uma vez que base a autorização para implantação do loteamento Vila Verdejante em extensão ambientalmente sensível, na zona de amortecimento da Suplente Biológica do Tinguá. Ele recorreu da decisão e não chegou a satisfazer pena.
No processo, constam acusações uma vez que terraplenagem, ruína de Mata Atlântica em extensão protegida, supressão de mata ciliar, extração de barro e golpe de encostas. Também há menção a aterramento de vegetação e da calha de um rio, com assoreamento. A extensão degradada apontada no caso ultrapassa 30 hectares.
Ao longo da ação, a resguardo argumentou que normas do Conama teriam perdido validade. Esse é um dos pontos que entram na estudo dos recursos que ainda estão em julgamento no STF.
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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), já avisou a dirigentes petistas que não pretende se candidatar a nenhum missão caso seja retirado da placa em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentará reeleição.
Petistas sonham com a possibilidade de o vice-presidente, que governou São Paulo de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018, se candidatar a governador ou senador no estado em placa com o petista Fernando Haddad, ministro da Herdade, e com a emedebista Simone Tebet, ministra do Planejamento.
A teoria seria ter candidatos fortes a governador e senador fazendo campanha para Lula em São Paulo, que tem o maior eleitorado do Brasil. Além de Alckmin, Haddad também tem dito que não quer se candidatar.
Apesar dessa vontade de petistas, a reedição da placa presidencial Lula-Alckmin era dada quase que uma vez que certa até o final do ano pretérito. O presidente e o vice, que se aproximaram visando às eleições de 2022, tornaram-se muito próximos. Outrossim, o PSB, partido de Alckmin, pressiona para que ele continue na vice.
Recentemente, porém, Lula passou a dar sinais nos bastidores de que poderia rever o formato dessa associação. Na quinta-feira (5), o petista indicou isso publicamente.
“Temos condições de lucrar as eleições em São Paulo. Eu ainda não conversei com o Haddad, ainda não conversei com o Alckmin, mas eles sabem que têm um papel para satisfazer em São Paulo”, disse o presidente da República em entrevista ao UOL.
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