Sexta-feira, Fevereiro 20, 2026
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Fux pede vista e interrompe julgamento de recurso de Washington Reis no STF

by REDAÇÃO
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O ministro Luiz Fux pediu vista no Supremo Tribunal Federalista (STF), nesta quarta-feira (11), e travou o julgamento que pode definir o horizonte político de Washington Reis, figura de peso na Baixada Fluminense. Com a pausa, a Incisão deixa para depois a decisão sobre a inelegibilidade do ex-prefeito de Duque de Caxias. Até cá, o placar está 4 a 1 pela manutenção da pena.

Os ministros analisam os últimos recursos apresentados pela resguardo e vão sentenciar se mantêm ou modificam a sentença que tornou Washington Reis inelegível. Com o pedido de vista, o caso volta à taxa na próxima sessão do STF.

A definição tem revérbero direto no cenário eleitoral da centro-direita ligada ao governador Cláudio Castro (PL), porque Reis tenta se manter no jogo e já havia se disposto uma vez que pré-candidato ao Palácio Guanabara. Nos bastidores, segmento dos aliados sempre tratou essa movimentação uma vez que uma forma de manter espaço para uma eventual disputa ao Senado.

Em 2022, Washington Reis chegou a ser anunciado uma vez que vice na placa de Cláudio Castro, mesmo com a pena. Sustentou a pré-candidatura até perto do termo do prazo da Justiça Eleitoral e, só na reta final, admitiu que não conseguiria volver a situação. A vaga acabou ficando com Thiago Pampolha.

Washington Reis foi réprobo em 2016 a sete anos, dois meses e 15 dias de reclusão por transgressão ambiental. A pena é de 13 de dezembro de 2016 e tem uma vez que base a autorização para implantação do loteamento Vila Verdejante em extensão ambientalmente sensível, na zona de amortecimento da Suplente Biológica do Tinguá. Ele recorreu da decisão e não chegou a satisfazer pena.

No processo, constam acusações uma vez que terraplenagem, ruína de Mata Atlântica em extensão protegida, supressão de mata ciliar, extração de barro e golpe de encostas. Também há menção a aterramento de vegetação e da calha de um rio, com assoreamento. A extensão degradada apontada no caso ultrapassa 30 hectares.

Ao longo da ação, a resguardo argumentou que normas do Conama teriam perdido validade. Esse é um dos pontos que entram na estudo dos recursos que ainda estão em julgamento no STF.

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