Sexta-feira, Fevereiro 20, 2026
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BC liquida Reag ligada às suspeitas de fraude no Banco Master

by REDAÇÃO
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O Banco Mediano anunciou nesta quinta-feira (15) a liquidação da antiga Reag Investimentos, hoje CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.Ainstituição financeira envolvida nas suspeitas de fraudes ligadas ao Banco Master. 

Com sede em São Paulo, a empresa e seu fundador e ex-CEO, João Carlos Mansur, foram níveo de mandados de procura e mortificação cumpridos pela Polícia Federalista (PF) na quarta (14), na segunda temporada da Operação Compliance Zero. 

“A decretação da liquidação extrajudicial foi motivada por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN”, afirmou o BC, em nota. “O Banco Mediano continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais”, diz o texto. 

O BC informou ainda que, com a medida, os bens dos controladores e dos ex-administradores da Reag Investimentos devem permanecer indisponíveis, isto é, não podem ser alienados pelos donos, medida prevista na legislação para impedir a dilapidação do patrimônio. 

O banco disse que “continuará adotando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, nos termos de suas competências legais”. 

O órgão informou ainda que a Reag Investimentos se enquadra porquê instituição financeira do segmento S4, isto é, representa menos de 0,001% do ativo totalidade ajustado do Sistema Financeiro Vernáculo. Devido ao menor risco à firmeza do Sistema Financeiro Vernáculo (SFN), esse segmento possui regulação mais simplificada e com menos requisitos que aquela aplicada a empresas de maior porte. 

A Reag atuava sobretudo porquê administradora de tapume de 90 fundos de investimentos, cada um concentrando os recursos de diversos investidores. Com a liquidação da empresa, tais fundos seguem existindo, mas precisarão buscar uma novidade gestora para os recursos. 

A instituição é suspeita de comandar fundos fraudulentos ligados ao Banco Master. O esquema funcionaria por meio de uma joeira financeira de depósitos e retiradas por diversos desses fundos, com o objetivo de ocultar o beneficiário final do numerário. 

Segundo as investigações, as fraudes podem superar os R$ 11 bilhões e envolvem o ramal de recursos do SFN para abastecer o patrimônio pessoal dos envolvidos, sobretudo de Daniel Vorcaro, possuinte do Banco Master, e parentes. 

O caso começou a ser investigado sob supervisão da primeira instância da Justiça Federalista, mas acabou sendo alçado ao Supremo Tribunal Federalista (STF) devido a suspeitas ainda não esclarecidas sobre o envolvimento de pessoas com mensalidade privilegiado. 

O relator do caso é o ministro Dias Toffoli, que autorizou as diligências de quarta-feira (15) que tiveram ex-executivos da Reag e do Master porquê níveo. O próprio magistrado, todavia, virou níveo de questionamentos por ter viajado em um avião privado com um dos advogados que atuam no caso, em dezembro, dias antes de preceituar sigilo inteiro sobre o processo. 

Em paralelo, o Tribunal de Contas da União (TCU) também tem se debruçado sobre o escândalo, ameaçando realizar uma inspeção sobre os procedimentos que levaram o BC a liquidar o Banco Master. 

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