A Série Ouro do Carnaval 2026 começa nesta sexta-feira (13/02), a partir das 22h, com sete escolas disputando vaga no Grupo Privativo. Os desfiles serão transmitidos pela TV Band. Confira a ordem das apresentações e os enredos que cada grémio levará para a avenida.
1ª – Unidos do Jacarezinho
A escola abre a noite com o enredo “O ar que se respira agora inspira novos tempos”, uma homenagem ao cantor e compositor Xande de Pilares. O desfile vai transformar a trajetória do artista em narrativa carnavalesca, destacando origem, desafios e consolidação na música.
2ª – Inocentes de Belford Roxo
A grémio apresenta “O Sonho de Um Pagode Russo Nos Frevos do Meu Pernambuco”, proposta que mistura referências do frevo pernambucano com influências estrangeiras inspiradas no clássico “Pagode Russo”. O desfile aposta na heterogeneidade cultural e na
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3ª – União do Parque Acari
Com o enredo “Brasiliana”, a escola presta homenagem ao teatro preto brasiliano. O desfile resgata a memória de grupos pioneiros e valoriza temas porquê ancestralidade, cultura popular e resistência.
4ª – Unidos de Bangu
A escola leva para a avenida o enredo “As coisas que mamãe me ensinou”, reverenciando a cantora e deputada Leci Brandão. A proposta destaca a trajetória da artista e sua atuação em pautas sociais e culturais.
5ª – Unidos de Padre Miguel
O desfile terá porquê tema “Kunhã-Eté – O Sopro Sagrado da Jurema”, uma homenagem ficcional à heroína indígena Clara Camarão. A narrativa mistura espiritualidade, ancestralidade e resistência dos povos originários.
6ª – União da Ilhéu do Governador
Com “Viva o hoje! O Amanhã? Fica pra depois”, a escola propõe uma viagem pelas grandes criações da humanidade, passando por marcos históricos porquê a invenção da escrita, avanços tecnológicos e conquistas científicas.
7ª – Acadêmicos de Vigário Universal
Encerrando a primeira noite, a grémio apresenta “Brasil Incógnito – O Que Os Seus Olhos Não Veem, A Minha Imaginação Reinventa”. O desfile aposta em uma releitura sátira do imaginário colonial, recriando criaturas fantásticas porquê símbolos de resistência cultural.
