BRASIL Anvisa libera estudo com medicamento para lesões na medula espinhal REDAÇÃOJaneiro 6, 2026013 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 A Sucursal Vernáculo de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início do estudo galeno para julgar a segurança do uso do medicamento polilaminina no tratamento do traumatismo raquimedular agudo, que é uma lesão da medula espinhal ou pilar vertebral.No pregão feito, nesta segunda (5), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (à esquerda, na foto), destacou que a pesquisa será um marco importante para quem sofreu uma lesão medular e também para as suas famílias.“Cada progressão científico é sempre uma novidade esperança renovada”, disse Padilha.Pesquisa em universidade públicaO ministro considera que o resultado é uma inovação radical e com tecnologia 100% vernáculo. Os estudos com polilaminina são desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federalista do Rio de Janeiro (UFRJ), com a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália.Segundo Padilha, a pesquisa já apresentou resultados promissores na recuperação de movimentos. Nesta primeira tempo, o estudo da polilaminina será realizado em cinco pacientes voluntários com lesões agudas da medula espinhal torácica entre as vértebras T2 e T10.Essas pessoas incluídas no estudo devem ter indicação cirúrgica ocorrida a menos de 72 horas da lesão. Os locais de realização ainda serão definidos pela empresa responsável. Ao longo da estruturação do projeto, o Ministério da Saúde investiu os recursos para a pesquisa básica.PrioridadeSegundo o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, a aprovação do início do estudo galeno da polilaminina foi priorizada pelo comitê de inovação da escritório com o objetivo de apressar pesquisas e registros de extenso interesse público.“Uma pesquisa 100% vernáculo, que fortalece a ciência e saúde do nosso país”, afirmou Leandro Safatle.A pesquisa com a proteína polilaminina, presente em diversos animais, inclusive nos seres humanos, visa julgar a segurança da emprego do medicamento e identificar possíveis riscos para a ininterrupção do desenvolvimento galeno.A empresa patrocinadora será responsável por coletar, monitorar e julgar sistematicamente todos os eventos adversos, inclusive os não graves, garantindo a segurança dos participantes.