BRASIL DESTAQUE André Mendonça assume relatoria do caso Master em seguida saída de Toffoli REDAÇÃOFevereiro 13, 2026011 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federalista (STF), foi escolhido nesta quinta-feira (12) novo relator do questionário que trata das fraudes do Banco Master na Golpe. A escolha do ministro foi feita de forma eletrônica em seguida Dias Toffoli pedir para deixar a relatoria do caso, depois de a Polícia Federalista (PF) ter informado ao presidente da Golpe, Edson Fachin, que há menções a Toffoli em mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, possuidor do Master, que teve o aparelho apreendido durante procura e consumição. A menção está em sigilo de Justiça. A partir de agora, os próximos passos da investigação serão comandados por Mendonça, que também é relator do questionário que trata dos descontos indevidos de mensalidades associativas nos benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Vernáculo do Seguro Social (INSS). Mais cedo, Toffoli, que estava primeiro do caso Master desde novembro do ano pretérito, pediu para deixar a relatoria em seguida uma reunião convocada pelo presidente da Golpe, Edson Fachin, para dar ciência aos demais membros da Golpe do relatório da PF. Saída de Toffoli Em nota solene, os membros da Golpe demonstraram escora a Toffoli e afirmaram que não há motivos para suspeição ou impedimento do ministro. “[Os ministros] Expressam, neste ato, escora pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a honra de Sua Vantagem, muito porquê a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote-se que Sua Vantagem atendeu a todos os pedidos formulados pela Polícia Federalista e Procuradoria Universal da República”, declarou a Golpe. A nota ressalta que a saída do processo foi a pedido de Toffoli. “Registram, ainda, que a pedido do Ministro Dias Toffoli, levando em conta a sua faculdade de sujeitar à Presidência do Tribunal questões para o bom curso dos processos (RISTF, art. 21, III) e considerados os altos interesses institucionais, a Presidência do Supremo Tribunal Federalista, ouvidos todos os Ministros, acolhe informação de Sua Vantagem quanto ao envio dos feitos respectivos sob a sua Relatoria para que a Presidência promova a livre redistribuição”. Reunião Durante reunião, que durou tapume de três horas, os ministros tomaram ciência do relatório da PF que mostra menções a Toffoli no celular de Vorcaro. Os ministros também ouviram a resguardo de Toffoli, que pediu para continuar na relatoria do caso. Mas, diante da pressão pública para deixar o caso, o ministro aceitou deixar o comando do processo. Desde o mês pretérito, Toffoli é criticado por permanecer na requisito de relator do caso em seguida matérias jornalísticas informarem que a Polícia Federalista encontrou irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master. O fundo comprou uma participação no resort Tayayá, localizado no Paraná, que era de propriedade de familiares do ministro. Mais cedo, Toffoli divulgou nota à prelo, confirmando que é um dos sócios do resort e disse que não recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro.