BRASIL DESTAQUE PF pede a Fachin suspeição de Toffoli no sindicância do Banco Master REDAÇÃOFevereiro 12, 202608 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 A Polícia Federalista (PF) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federalista (STF), Edson Fachin, a suspeição do ministro Dias Toffoli (foto) uma vez que relator do sindicância que trata das investigações sobre fraudes no Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Medial. O pedido foi feito, na última segunda-feira (9), posteriormente a PF informar a Fachin que encontrou uma menção ao nome de Toffoli em uma mensagem no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, possuidor do Banco Master, que é investigado no sindicância e teve o aparelho apreendido durante procura e consumição. A menção está em sigilo de Justiça. Depois ser informado do caso, Fachin abriu um processo interno e determinou a notificação de Toffoli para apresentar resguardo. Caberá ao presidente do STF sentenciar se Toffoli continuará uma vez que relator da investigação do Master. No mês pretérito, Toffoli passou a ser criticado por permanecer na quesito de relator do caso posteriormente matérias jornalísticas informarem que a Polícia Federalista encontrou irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master. O fundo comprou uma participação no resort Tayayá, localizado no Paraná, que era de propriedade de familiares do ministro. Resguardo Em nota à prensa, o gabinete de Toffoli diz que a PF não pode solicitar sua suspeição e que o pedido trata de “ilações”. “O gabinete do ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de enunciação de suspeição apresentado pela Polícia Federalista trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser secção no processo, nos termos do item 145, do Código de Processo Social. Quanto ao teor do pedido, a resposta será apresentada pelo ministro ao presidente da Galanteio”, declarou. Investigação Em novembro de 2025, o banqueiro Daniel Vorcaro e outros acusados foram cândido da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federalista (PF) para investigar a licença de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco de Brasília (BRB), banco público ligado ao governo do Região Federalista. De convenção com as investigações, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões.