BRASIL DESTAQUE Ex-presidente do Rioprevidência é recluso em operação da Polícia Federalista REDAÇÃOFevereiro 3, 202609 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 A Polícia Federalista (PF) prendeu, nesta terça-feira (3), o ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes. A prisão foi feita no contextura da segunda período da Operação Navio de Papel, que investiga crimes contra o sistema financeiro envolvendo a gestão de recursos do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro. Outros dois mandados de prisão temporária foram expedidos, mas não foram cumpridos. Segundo a PF, as duas pessoas estão foragidas. A PF informou que Antunes foi orientado à Delegacia de Polícia Federalista em Volta Redonda, de onde será guiado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro para ser ouvido e, em seguida os procedimentos de polícia judiciária, será introduzido no sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da justiça. A prisão foi efetuada em Itatiaia (RJ), com o espeque da Delegacia Próprio da PF no Aeroporto Internacional de Guarulhos (DEAIN) e da Polícia Rodoviária Federalista. Antunes renunciou ao função no final de janeiro. Em 23 de janeiro, ele foi intuito de operação de procura e inquietação da Polícia Federalista em sua residência. Banco Master A Operação Navio de Papel apura irregularidades na obtenção de letras financeiras emitidas pelo Banco Master, recentemente liquidado pelo Banco Médio. Segundo a PF, entre novembro de 2023 e julho de 2024, a RioPrevidência teria investido aproximadamente R$ 970 milhões na instituição financeira. As prisões foram determinadas pelo Raciocínio da 6ª Vara Federalista Criminal do Rio de Janeiro, que considerou risco concreto de devastação de provas e obstrução das investigações caso os envolvidos permanecessem em liberdade. Os mandados foram cumpridos, de tratado com a PF, em endereços vinculados aos investigados no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. Os mandados foram decretados pela 6ª Vara Federalista Criminal do Rio de Janeiro com base em indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas. Posteriormente o cumprimento do mandado de procura e inquietação no apartamento do principal intuito da operação deflagrada em 23 de janeiro, a Polícia Federalista identificou movimentações suspeitas de retirada de documentos do apartamento do investigado, manipulação de provas digitais, além da transferência de dois veículos de luxo para terceiros.