DESTAQUE ESTADO Pesquisa do Procon-RJ mostra subida de mais de 17% no material escolar REDAÇÃOJaneiro 18, 2026010 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 A volta às aulas deve tarar mais no bolso no Rio de Janeiro. Uma pesquisa da Secretaria de Estado de Resguardo do Consumidor (SEDCON) e do Procon-RJ apontou aumento médio de 17,81% no preço do material escolar, na verificação entre 2025 e 2026.O levantamento analisou 90 produtos comparáveis. Muro de 60% dos itens tiveram subida de preço no período, enquanto 40% apresentaram redução.Mesmo com essa média, o estudo labareda atenção para diferenças grandes entre produtos e estabelecimentos. A Diretoria de Estudos e Pesquisas destacou nove itens com “comportamento extremo”, com preços muito supra do padrão, chegando a 475% de variação positiva de um ano para o outro.Entre os grupos com altas mais fora da curva aparecem instrumentos geométricos e de ilustração técnico, porquê réguas, esquadros, transferidores e kits. A estudo aponta que, em alguns casos, fornecedores teriam substituído linhas básicas por versões “premium” ou “profissionais”, com reposicionamento de preço. Também entram na conta hipóteses porquê câmbio, importação e concentração de oferta em nichos específicos.Outro grupo citado é o de tintas e materiais artísticos. Alguns tipos de tinta (guache, acrílica e aquarela escolar) e materiais de arte tiveram aumentos desproporcionais, chegando a “centenas por cento” em modelos específicos. A leitura técnica considera fatores porquê dispêndio de insumos, estratégia de marca e mudanças em embalagem ou quantidade.A lista de “itens sensíveis” também inclui lápis especializados e produtos de maior valor confederado, porquê caixas com mais cores, lápis aquareláveis e materiais voltados a ilustração técnico. Por serem itens de nicho, a pesquisa sugere que eles podem reagir mais a variações de oferta, importação e decisões comerciais de fabricantes e varejistas.Do outro lado, o levantamento também encontrou quedas muito fortes, em alguns casos de até 98% entre 2025 e 2026. A estudo cita dicionários escolares e materiais de escora, porquê tabuadas, entre os itens com maior redução, com provável relação com a substituição por recursos digitais e promoções agressivas para escoar estoque.O secretário da SEDCON, Gutemberg Fonseca, reforçou a preço de confrontar preços antes de comprar. “A compra de material escolar é uma tarefa que exige atenção e planejamento. Nesse período marcado pelo aumento da demanda, a orientação é que os consumidores se planejem, façam uma estudo da lista de material, comparem preços e tomem decisões estratégicas e econômicas.”Além da pesquisa, a SEDCON e o PROCON-RJ informaram que vêm fazendo fiscalizações em escolas e papelarias ao longo da semana, com foco em práticas abusivas e direitos do consumidor.