DESTAQUE ECONOMIA & NEGÓCIOS Líderes do Mercosul e da UE assinam conformidade e defendem multilateralismo REDAÇÃOJaneiro 17, 2026013 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 Autoridades sul-americanas e europeias aproveitaram a cerimônia de assinatura do conformidade de livre negócio entre o Mercosul e a União Europeia, neste sábado (17), no Paraguai, para proteger o multilateralismo e o livre negócio uma vez que motores de desenvolvimento econômico.Em seu oração, o presidente do Parecer Europeu, António Costa, afirmou que a assinatura do tratado negociado ao longo dos últimos 26 anos reafirma a crença dos Estados-Membros dos dois blocos regionais no negócio justo e no multilateralismo.“Com leste conformidade enviamos uma mensagem clara ao mundo, em resguardo do negócio livre fundamentado em regras, e [a favor] do multilateralismo e do recta internacional uma vez que base das relações entre países e regiões”, afirmou o presidente do parecerCosta ponderou que, ainda que tenha demorado, o tratado “chega em um momento oportuno”. “Porque leste conformidade é uma aposta na exórdio, no intercâmbio e na cooperação, frente a [ameaças de] isolamento e do uso do negócio uma vez que arma geopolítica. […] Com ele, não aspiramos a produzir esferas de influência, mas sim a esferas de prosperidade compartilhada, baseadas na crédito, na cooperação e no reverência à soberania de nossas democracias. Não pretendemos nem dominar, nem impor, mas sim promover e substanciar os vínculos entre nossos cidadãos e nossas empresas para, assim, criarmos riquezas de forma sustentável, protegendo o meio envolvente e os direitos ambientais.”A presidenta da Percentagem Europeia, Ursula von der Leyen, reforçou a avaliação de Costa ao expressar que o ato tem potencial de conectar continentes e produzir a maior extensão de livre negócio do mundo, com um mercado de 700 milhões de pessoas.“Escolhemos o negócio justo em vez de tarifas. Escolhemos parcerias de longo prazo em vez de isolamento”, disse Ursula.Anfitrião do evento, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, destacou o pragmatismo diplomático necessário para superar 26 anos de impasses.“Estamos diante de um dia verdadeiramente histórico, muito esperado por nossos povos, [capaz de] unir dois dos mais importantes mercados globais, e que demonstra que o caminho do diálogo, da cooperação e da fraternidade é o único caminho”, ressaltou Peña.Ele destacou o empenhos do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva – que, por questões de agenda, não pôde viajar a Assunção – e de Ursula von der Leyen para o sucesso das negociações. “Sem o presidente Lula, talvez não tivéssemos chegado a leste dia. Ele foi um dos responsáveis fundamentais deste processo.”Já o presidente da Argentina, Javier Milei, destacou que o conformidade constitui um ponto de partida para a exploração de novas oportunidades comerciais e base para uma maior integração regional, fundamentada no livre negócio. Segundo o mandatário prateado, a promoção da firmeza macroeconômica e da previsibilidade jurídica são condições indispensáveis para a prosperidade e a justiça social.“Mas, para isso, é fundamental que, durante a lanço de implementação do conformidade, o espírito do que foi convencionado seja preservado. A [eventual] incorporação de mecanismos restritivas, uma vez que cotas, salvaguardas ou medidas equivalentes, reduziria significativamente o impacto econômico do conformidade, atentando contra o objetivo importante do mesmo”, ponderou Milei, incentivando os países sul-americanos e europeus signatários do conformidade a seguirem avançando em novas frentes de exórdio mercantil.Mandatário do Uruguai, Yamandú Orsi classificou o conformidade uma vez que uma “associação estratégica”, capaz de melhorar a vida da população dos países signatários com oportunidades reais. “Em um mundo atravessado por tensões e pela erosão de certezas que ordenaram a política e o negócio global por décadas, leste tratado adquire uma relevância pessoal. Não só porque constitui a maior associação mercantil do mundo, mas também porque representa uma decisão clara: apostar nas regras em tempos de volatilidade e mudanças permanentes”, disse Orsi, sustentando que a integração mercantil, para o Uruguai, é uma “quesito indispensável para o desenvolvimento”, além de constituir uma plataforma de enfrentamento “a ameaças que não reconhecem fronteiras, uma vez que o narcotráfico e outras práticas ilícitas transnacionais”.Representando o Brasil, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, repetiu a enunciação de Lula, para quem o conformidade mercantil entre Mercosul e União Europeia é uma prova da força do mundo democrático e uma prova com o multilateralismo. “O conformidade estabelece, de veste, uma parceria entre nossas regiões, com enorme potencial econômico para nossas sociedades e profundo sentido geopolítico para nossos países […] Ele propiciará ganhos tangíveis, mais empregos e investimentos, maior integração produtiva, chegada ampliado a bens e serviços de qualidade, inovação tecnológica e desenvolvimento econômico com inclusão social […] diante de um mundo suplantado pela imprevisibilidade, protecionismo e pela coerção.”Em seguida a assinatura, o texto será submetido à ratificação do Parlamento Europeu e dos congressos nacionais de cada país integrante do Mercosul. A ingresso em vigor da segmento mercantil do conformidade depende da aprovação legislativa, com previsão de implementação gradual ao longo dos próximos anos.