DESTAQUE NITERÓI Ação conjunta interdita clínica de estética clandestina em Niterói REDAÇÃOJaneiro 16, 202609 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 Uma ação conjunta do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) da Prefeitura de Niterói, da Polícia Social e da Vigilância Sanitária interditou uma clínica de estética clandestina no Núcleo da cidade. O estabelecimento funcionava sem licença e oferecia procedimentos estéticos irregulares. Durante a operação, foram encontrados materiais e documentos que serão analisados pela Polícia Social. A clínica também possuía uma câmara de bronzeamento sintético ilícito, proibida pela Escritório Pátrio de Vigilância Sanitária (Anvisa) devido aos riscos de cancro de pele. A ação faz secção da Operação Pharmakon, que tem uma vez que objetivo proteger a saúde pública e coibir práticas irregulares. O estabelecimento foi interditado e o responsável orientado à delegacia. Outras operações estão previstas para diferentes regiões da cidade. O nome Pharmakon tem origem na língua grega e carrega um duplo significado — “remédio” e “veneno”. O termo expressa a anfibologia da medicina, que pode ser usada para sanar ou fomentar dano, simbolizando o risco e o risco representados por falsos profissionais e clínicas clandestinas que oferecem tratamentos irregulares sob ar de validade. O secretário do GGIM, Felipe Ordacgy, afirmou que a Pharmakon faz secção da novidade traço de operações integradas com as forças de segurança voltadas à extensão de saúde pública. “Estamos fortalecendo a integração com as forças de segurança e os órgãos de fiscalização municipal para proteger a população e coibir práticas criminosas que colocam a saúde das pessoas em risco. A população procura estes estabelecimentos almejando rejuvenescimento e formosura, mas na verdade são expostos à diversos riscos contra a saúde e a vida”, afirmou o secretário. Durante a ação, a Vigilância Sanitária municipal lavrou autos de infração e termos sanitários contra o estabelecimento. Um dos autos foi emitido pelo funcionamento irregular da clínica, que realizava atividades de estética e outros serviços de cuidados com a formosura sem licença sanitária e sem responsável técnico legalmente habilitado. Segundo o mandatário titular da 81ªDP (Itaipu), Deoclecio Assis, o trabalho integrado entre os órgãos reforça o compromisso com a segurança da população. “Esses locais funcionam à margem da lei e colocam em risco a saúde e a vida de pessoas que buscam tratamento. A integração entre a Polícia Social, o GGIM e a Vigilância Sanitária é forçoso para identificar, proibir e responsabilizar os envolvidos. A polícia social reafirma seu compromisso institucional de permanecer em resguardo de quem precisar”, destacou o mandatário. Outro auto de infração foi aplicado pela realização de bronzeamento sintético, prática proibida em todo o território vernáculo pela Escritório Pátrio de Vigilância Sanitária (Anvisa), conforme a Solução RDC nº 56/2009, devido aos graves riscos à saúde. Aliás, foi lavrado um Auto de Consumição e Inutilização dos medicamentos injetáveis encontrados no sítio. Os produtos estavam armazenados em um estabelecimento que operava de forma clandestina, o que representa risco à saúde pública. As irregularidades serão apuradas nos âmbitos administrativo e policial. A operação reforça a atuação integrada dos órgãos municipais e das forças de segurança no combate a práticas ilegais que colocam a população em risco. A Operação Pharmakon não só procura coibir práticas que colocam em risco a saúde da população, uma vez que também se alinha diretamente às estratégias de conscientização do Dezembro Laranja, alertando sobre os perigos da exposição ultravioleta sem proteção e a relevância do cumprimento das normas sanitárias. Dados de cancro de pele no Estado do Rio de Janeiro: • Mais de 21 000 novos casos de cancro de pele não melanoma são esperados a cada ano. • O melanoma, embora menos incidente, também representa um número relevante de diagnósticos, com estimativa de tapume de 540 novos casos por ano no estado. • Em 2018, foram contabilizadas 173 mortes por cancro de pele não melanoma no estado, dados que evidenciam a urgência contínua de ações preventivas e de fiscalização. Esses números reforçam a urgência de campanhas educativas uma vez que o Dezembro Laranja, principalmente em regiões litorâneas e ensolaradas, onde a exposição aos raios ultravioleta é mais frequente.