DESTAQUE ESTADO Novo presidente da Alerj decide prescindir mais de 200 funcionários, entre eles um rebento e ex-mulher de Sérgio Cabral REDAÇÃOJaneiro 7, 2026016 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 Presidente em tirocínio da Câmara Legislativa do Rio de Janeiro, o deputado estadual Guilherme Delaroli (PL) demitiu mais de 200 funcionários da Lar nesta terça-feira 6. As saídas constam de uma edição extra do Quotidiano Solene do estado e têm porquê claro, entre outros, o rebento e a ex-mulher do ex-governador Sergio Cabral.Além de pessoas ligadas a Cabral, que governou o estado entre 1995 e 2003, estão na lista de demitidos prepostos de Paulo Melo, que presidiu a Alerj entre 2011 e 2015.Na relação aparecem subdiretores de diferentes áreas administrativas da Câmara, entre eles Rafael Diniz, ex-prefeito de Campos dos Goytacazes, que estava primeiro da Informática, e Filipe Albernaz Mothé, ex-procurador-geral da Câmara de Municipal, que ocupava a subdiretoria de Assuntos Legislativos.Também foram dispensados os chefes dos setores de Cerimonial, Informação Social, Controle Interno, Engenharia e Material.Susana Neves Cabral, ex-esposa de Sérgio Cabral, estava na Lar desde 2016. Já Marco Antonio Cabral, rebento do ex-governador, estava desde 2023 em uma vaga no departamento de Registro. Dilson Avelino da Silva, divulgado porquê Magrinho, que trabalhou com Marco em Brasília quando levante era deputado federalista, ocupava um posto na assessoria da presidência da Câmara e também foi desligado.Alguns dos aliados de Melo exonerados são o treinador de artes marciais Pedro Lukas, até portanto lotado na presidência da Lar, e Marcelo Ferreira Neves, ex-segurança. Aislan de Souza Coelho, tesoureiro da campanha do governador Cláudio Castro (PL), estava nomeado na Subdiretoria-Universal de Controle Interno e foi deposto.Delaroli assumiu o comando da Câmara em um contexto conturbado. Em 3 de dezembro, o portanto presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), foi recluso pela Polícia Federalista por suposto vazamento de informações sigilosas no contexto da Operação Zargun, que levou à prisão do ex-deputado estadual TH Joias (MDB), em setembro.