DESTAQUE Tecnologia Brasil inicia processo para homiziar primeiros microrreatores com capacidade para produzir vontade elétrica renovável REDAÇÃODezembro 22, 2025018 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 setor nuclear brasílio registra um importante progressão para atender às atuais demandas por vontade limpa e progresso tecnológico. Inédita no Brasil, uma unidade sátira será construída no Rio de Janeiro (RJ) para homiziar o primeiro microrreator nuclear do País. O processo para concretizar o empreendimento que reunirá 13 parceiros institucionais foi iniciado em 15 de dezembro. O projeto conta com financiamento totalidade de R$ 50 milhões, sendo R$ 30 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O equipamento vai prover vontade elétrica para pequenas cidades, atender a data centers, plataformas de petróleo offshore (afastadas da costa) e bases militares, além de ser utilizado em diversos segmentos industriais, porquê metalurgia, alimentícia, química, têxtil, de produtos minerais não metálicos. A iniciativa é da Percentagem Vernáculo de Vigor Nuclear (CNEN), autonomia vinculada ao MCTI, e envolve parceiros do setor privado, órgãos de escora e fomento (porquê o MCTI, por meio da Finep, e a Sucursal Internacional de Vigor Atômica); instituições científicas; e universidades. O objetivo é que, no porvir, os microrreatores nucleares desenvolvidos na unidade estejam à disposição para gerar eletricidade em cidades com menos de 20 milénio habitantes. Murado de 68% dos municípios brasileiros têm condições para receber vontade por meio do equipamento, impactando a vida de muro de 30 milhões de cidadãos. Por serem compactos, eles podem ser transportados para regiões de difícil entrada, atendendo a comunidades ribeirinhas e aquelas situadas em áreas de mata. Microrreator nuclear em solo brasílio A unidade sátira ficará no Instituto de Engenharia Nuclear do CNEN, no Rio de Janeiro. A partir do licenciamento para a construção, a expectativa é que o primeiro microrreator nuclear esteja pronto para entrar em operação no Brasil até 2033. A estrutura vai operar em potência considerada muito baixa, na graduação de 100W (Watt), sendo suficiente para sustentar a reação nuclear em prisão, de forma controlada. “Ao conduzir o Recomendação Vernáculo de Ciência e Tecnologia, o presidente da República reafirma a sua crédito na ciência, que pode beneficiar gigantescamente o nosso País em todas as áreas, e muito mormente na dimensão de vontade” destaca o secretário de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes) do MCTI, Inácio Arruda. O diretor do instituto, Cristóvão Araripe, destaca que a iniciativa contribuirá para vencer os grandes desafios do século XXI, porquê a descarbonização, a transição energética e o desenvolvimento sustentável. Por fim, uma das suas principais vantagens da vontade nuclear em verificação com as demais é o veste de não exprimir gases poluentes, que aumentam o efeito estufa na atmosfera terrestre. De consonância com o diretor-executivo da Terminus P&D em Vigor, Adolfo Braid, uma das empresas investidoras, o Brasil tem capacidade científica e tecnológica para projetar, fabricar e operar com primazia os microrreatores. “É um mercê muito grande ter um empreendimento porquê esse instalado dentro do País, porque, além de dominar todo o ciclo do combustível, toda a experiência que temos em operar usinas, enriquecer urânio, tudo isso se transforma, no final, em mercê para a população brasileira”, declara.bom dia