DESTAQUE RIO DE JANEIRO RJ transfere sete líderes de facção criminosa para presídios federais REDAÇÃONovembro 12, 2025012 views Share on Facebook Share Share Share on Twitter Share Share Share on Pinterest Share Share Share on Linkedin Share Share Share on Digg Share Share 0 Sete presos considerados líderes da facção criminosa Comando Vermelho foram transferidos de penitenciárias do Rio de Janeiro para presídios federais de segurança máxima. A ação, da Secretaria de Estado de Administração Pública (Seap-RJ), ocorre após decisão da Justiça e visa isolar membros de influência da organização. Os transferidos possuem condenações ligadas ao tráfico de drogas e são considerados presos de alta periculosidade. Juntos, eles somam 428 anos, 6 meses e 21 dias de condenação. Veja os nomes: Arnaldo da Silva Dias (“Naldinho”) – 81 anos, 4 meses e 20 diasCarlos Vinicius Lírio da Silva (“Cabeça de Sabão”) – 60 anos, 4 meses e 4 diasEliezer Miranda Joaquim (“Criam”) – 100 anos, 10 meses e 15 diasFabrício de Melo de Jesus (“Bicinho”) – 65 anos, 8 meses e 26 diasMarco Antônio Pereira Firmino da Silva (“My Thor”) – 35 anos, 5 meses e 26 diasAlexander de Jesus Carlos (“Choque”) – 34 anos e 6 mesesRoberto de Souza Brito (“Irmão Metralha”) – 50 anos, 2 meses e 20 diasA operação, segundo o governo fluminense, contou com forte esquema de segurança. Os presos estavam na penitenciária Bangu 1 e foram até o Aeroporto Internacional do Galeão. De lá, seguiram em aeronave da Polícia Federal para diferentes presídios federais. “A transferência dessas lideranças criminosas reflete o nosso compromisso com o fortalecimento das políticas de segurança pública e com a adoção de medidas concretas para interromper a atuação de organizações criminosas a partir do sistema prisional”, disse o governador Cláudio Castro (PL). De acordo com a secretária de Administração Penitenciária, Maria Rosa Nebel, a ação também faz parte das medidas da operação Contenção que, em outubro, fez a incursão mais letal da história do país, com 121 mortes, incluindo quatro policiais, nos complexos do Alemão e da Penha. “Nossa condução técnica garante o equilíbrio do sistema prisional e a segurança da população fluminense. Essa integração das forças de segurança é fundamental para preservar a estabilidade do sistema e reforçar a presença do Estado.”